sábado, 31 de março de 2012

Novo método de massagem quadruplica proteção contra cárie










Você realmente quer evitar cáries nos dentes? Tente massageando-os com um creme dental com flúor de alta proteção após o almoço. "Esfregar creme dental em seus dentes aumenta a proteção de flúor em 400%", diz Anna Nordström, dentista, PhD e pesquisadora na Academia Sahlgrenska da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.


Oito anos atrás, uma nova marca de creme dental foi lançada na Suécia, com mais de três vezes mais fluoretos que os cremes dentais padrão. Disponível sem receita médica, que é direcionado principalmente para aqueles com alto risco de cárie.


Primeira avaliação científica  


Pesquisadores da Universidade de Sahlgrenska de Gotemburgo da Academia já realizaram a primeira avaliação científica do efeito deste assim chamado "creme dental com flúor de alta proteção." O estudo resultou em um novo método que quadruplica o nível de protecção a partir de flúor.


Proteção quatro vezes melhor


16 voluntários testaram uma série de técnicas de escovação, usando pastas de dente comuns ou a com muito flúor. “O estudo revelou que aqueles que usaram a pasta com alta concentração de flúor, três vezes ao dia, conseguiram se proteger das cáries quatro vezes mais”, afirma a pesquisadora Anna Nordström.


Em conjunto com a pasta, uma nova técnica de escovação foi desenvolvida: “esfregar” os dentes com os dedos. “Essa massagem provou ser mais efetiva na escovação”, afirma Nordström. “Esfregar a frente dos dedos com pasta é uma boa maneira após o almoço. Mas isso não deve substituir a escovação normal pela manhã e a noite – é um extra”.


Dicas


-Escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia, após o café da manhã e antes de dormir;


-Se necessário, esfregue a pasta com os dedos uma terceira vez, após o almoço;


-Se você possui problemas de cáries, use uma pasta especial, com mais flúor;


-Evite enxaguar muito e retirar a pasta


http://www.sciencedaily.com/releases/2012/03/120325102607.htm

 

Fonte:dentalpress.com.br

quinta-feira, 29 de março de 2012

Apinhamento terciário: causas e opções terapêuticas







O apinhamento dentário pode ser classificado, didaticamente, em primário, secundário e terciário, e se caracteriza pela sobreposição ou rotação dos dentes. O apinhamento terciário se manifesta na idade adulta, acomete mais a região anteroinferior, é de origem multifatorial e pode necessitar de tratamento ortodôntico.

O apinhamento dentário pode ser definido como a discrepância entre a massa dentária e o tamanho das bases ósseas,o que resulta em sobreposição e rotação dos dentes.

O apinhamento terciário,também conhecido de apinhamento tardio,caracteriza-se pela sobreposição dos incisivos inferiores na dentadura madura e tem caratér progressivo.

A etiologia do apinhamento terciário parece ser de natureza multifatorial.Sendo assim,essa condição não deveria ser considerada apenas uma discrepância ósse-dentária,mas sim um desequilíbrio entre diversas variáveis,as quais podem agir em combinações distintas,em diferentes idades,com graus de influência variados.Os fatores possivelmente envolvidos na origem do apinhamento terciário são :

* crescimento mandibular tardio,deslocamento da mandíbula  para frente e para baixo.

* migração mesial dos dentes  dos dentes posteriores,pela força posterior direcionada  mesialmente,e consequentemente,ao apinhamento na região anterior.Alguns estudos dizem,esta força pode ser exercida pelos terceiros molares e outros dizem que os terceiros molares possuem pouca ou até mesmo nenhuma influência sobre o apinhamento dos incisivos inferiores.
Apesar de opiniões contrárias,muitos trabalhos concluíram que nao está justificada e nem indicada a remoção profilática dos terceiros molares a fim de aliviar pressões interdentárias e prevenir o apinhamento dentário,até mesmo porque o apinhamento também pode ocorrer na ausência desses dentes e em uma época que os mesmos não exercem mais qualquer influência.

* ausência de desgastes  interproximais devido à dieta moderna,

* padrão de crescimento,

* direção de erupção,

* redução nas dimensões da arcada,com com o decorrer dos anos

* morfologia dentária,

* maturação,

* pressão dos tecidos moles peribucais e

* hábitos bucais,como o uso prolongado de chupeta ou sucção digital,reduzem as distâncias intermolares e intercaninos favorecendo o apinhamento.


Fonte:dentalpress.com.br

De acordo com a gravidade do apinhamento,existem diferentes modos de tratamento,e entre as opções terapêuticas estão:

* a vestibularização,
* o desgaste interproximal e a
* extração dentária

Segundo Jarjoura et al.,apesar de ser bastante difundida a aceitação do desgaste interproximal,ainda é um pouco limitada devido ao suposto aumento no risco de cáries da superfície de esmalte desgastada.Porém,verificaram que o risco de cárie naõ e influenciado pelo desgaste interproximal.Além disso,em pacientes com apinhamneto moderado,esse procedimento tem vantagem sobre a extração devido a uma redução significativa no tempo de tratamento,à quantidade de estrutura dentária removida correspondendo exatamente à quantidade de apinhamento presente,à preservação da largura intercaninos e à criação de superfícies de contato que aumenta a estabilidade da arcada dentária.


Pacientes tem como queixa principal:

* a estética
* a dificuldade de higienização da região anteroinferior.

Alguns usaram aparelho ortodôntico,outros não.

domingo, 25 de março de 2012

Classe II,Divisão 2




Os princípios da Terapia Bioprogressiva,continuam a ser de extrema importância no tratamento da má oclusão Classe II,divisão 2.O processo de execução do plano que nós usamos para individualizar nossa mecânica e estabelecer a seqüência necessária para um caso específico é:

* Exame clínico
* Descrição da má oclusão
* Descrição do padrão facial
* Descrição das exigências funcionais
* Construção do VTO


Em geral,há três possibilidades de tratamento numa má oclusão de Classe II,divisão 2:
 
* Distalizando o arco superior
* Avançando o arco inferior
* Um movimento recíproco,avançando o arco inferior e distalizando o arco superior ao mesmo tempo.


A má oclusão divisão 2 ,está frequentemente presente nos padrões braquifaciais que manifestam musculatura forte.Geralmente,eles têm convexidade moderada a mínima,mas ocasionalmente têm uma convexidade mais elevada,com resultantes ortopédicos.A AFI eo Arco Mandibular estão abaixo da escala normal.Portanto,os dentes estão intruídos no osso basal.Os dentes nos processos alveolares parecem necessitar menor ancoragem.Os dentes intruídos no osso basal fornecem mais ancoragem.Esses fatores resultam em forte ancoragem natural.

Ricketts descreveu as dez anomalias funcionais do tecido mole e dos músculos da face.A contração sub-labial e a protrusão do lábio superior,são duas das mais importantes dessa anomalias na avaliação da musculatura perioral na má oclusão de Classe II,divisão 2.

Existem seis etapas no tratamento da má oclusão Classe II,divisão 2,as quais são consideradas gerais para a avaliação da seqüência mecânica:

* Vestíbulo-versão,controle de torque e a intrusão do IS.
* Intrusão do I e CI.
* Nivelamento dos segmentos laterais e correção da classe II
* Estabilização dos IS
* Arcos ideais
* Conclusão

Avanço,controle de torque e intrusão dos IS.

Existem quatro fatores básicos na intrusão do IS:

* Direção de força
* Quantidade de pressão
* Estabilização dos molares
* Controle de torque em relação aos fatores de crescimento

DIREÇÃO DA FORÇA

Devido a palato-versão dos  IS,se eles forem intruídos,serão compelidos para dentro do osso cortical vestibular e desse modo limitam a intrusão.Portanto,é necessário produzir primeiro o trespasse horizontal e depois corrigir o trespasse vertical.Para fazer isso,devemos promover:vestíbulo-versão,controle de torque e intrusão dos IS.Usamos ARCO BASE SUPERIOR com três ativações na secção molar:

* Ângulo caudal de 45 graus.Efeito de inclinação distal sobre o molar e um efeito de intrusão sobre os incisivos.
* Desvio caudal de 10-20 graus.Estabelece objetivos de oclusão
* Expansão de aproximadamente 1 cm de cada lado,somente quando o molar esta sendo usado para ancoragem.

A QUANTIDADE DE PRESSÃO

140 gramas de força


ESTABILIZAÇÃO DOS MOLARES

O emprego do ABS, a fim de gerar a força necessária para intruir os incisivos,tem um resultado contrário de inclinação sobre os molares superiores,tornando necessário a estabilização dos molares,com arco seccionado estabilizador de nivelamento. 

CONTROLE DE TORQUE

A fim de individualizar o posição dos IS em relação ao tipo facial,o longo eixo dos IS deve ficar paralelo ao eixo facial

INTRUSÃO DOS INCISIVOS E CANINOS INFERIORES

A verificação do VTO nos informa os movimentos que serão necessários para os dentes inferiores:

*Intruir os I e C.
*Vestíbulo-versão dos I.
*Verticalizar ou colocar para distal os molares.
*e/ou mesializar os dentes inferiores

ABI é ativado para dar aproximadamente 80 gramas para intruir os incisivos e 35 gramas para os caninos.Estabilizar  lateral com barra estabilizadora.

NIVELAMENTO DOS SEGMENTOS LATERAIS

O nivelamento dos segmentos laterais superiores e inferiores podem ter sido efetuados nas etapas anteriores.Neste caso,a mecânica de classe II pode prosseguir.Dependendo das exigências de ancoragem que tenham sido estabelecidos pelo VTO.el[asticos classe II ou uma combinação de ambos podem ser iniciados.Se for conveniente o uso de extrabucal,este deverá ser colocado no início de tratamento.
Existem três tipos de arcos seccionados.


ESTABILIZAÇÃO DOS INCISIVOS SUPERIORES

Com ARCO BASE SUPERIOR COM TORQUE.
         ARCO BASE DE CONTRAÇÃO
         ARCO BASE COM DELTA DUPLO


FASE DOS ARCOS IDEAIS

Ao terminar as etapas anteriores,antes da colocação dos arcos ideais,um ABS e um ABI devem ser instalados,ou um fio quadrado tipo Twist-flex,durante uma consulta,para permitir o nivelamento.Um arco ideal de elgiloy azul 0.16x0.16 ou 0.16x0.22 pode ser então colocado.

A FASE DE FINALIZAÇÃO

Arco 0.18x 0.22 como arco de finalização.
Elásticos de classe II.
Contenção Inferior e Superior.


Fonte: TERAPIA BIOPROGRESSIVA  BENCH,GUGINO E HILGERS

sexta-feira, 23 de março de 2012

Técnica do Arco Segmentado






                                              

 Foto(google):Arco Base de Ricketts.



A Técnica do Arco Segmentado (TAS) deve ser encarada como uma importante ferramenta do ortodontista quando as técnicas de arco contínuo se mostrarem limitadas quanto ao controle de efeitos colaterais e do efeito desejado.Ao meu ver ela é contra indicada em casos onde as técnicas de arco contínuo se mostram eficientes,já que a TAS exige um maior tempo clínico do ortodontista (delegação de tarefas ao pessoal auxiliar é mínima).Isso explica a baixa popularidade dessa técnica entre os ortodontistas nos países em que  a reserva de mercado é grande,ou seja,onde existem poucos ortodontistas e muita gente que precisa de tratamento ortodôntico.Na minha experiência,eu diria que o tempo clínico do ortodontista gasto quando se trata um caso clínico do início ao final utilizando a TAS é quase o dobro de um tratamento com arco contínuo.E isto,de uma maneira geral,não quer dizer que o caso termine muito mais rápido.Ainda,dificilmente,alguém conseguirá cobrar o dobro do valor pelo tratamento gastar mais tempo clínico do ortodontista.Por isso para a grande  maioria dos pacientes faz mais sentido tratá-las usando técnicas do arco contínuo e não puramente a TAS.No entranto,ela pode ser essencial no tratamento de casos mais complexos e limítrofes,bem como pode ser utilizada em algumas fases específicas  do tratamento quando determinado resultado seja necessário.

Texto:dentalpress.com.br

quinta-feira, 22 de março de 2012

Resistência a antibióticos é desafio para medicina, diz OMS











A crescente resistência humana a antibióticos poderá fazer com que esses medicamentos não sejam mais eficazes em um futuro próximo, levando o mundo a uma era "pós-antibióticos", na qual uma simples infecção na garganta ou um arranhão podem ser fatais, diz a OMS (Organização Mundial da Saúde).


"Uma era pós-antibióticos significa, de fato, o fim da medicina moderna como a conhecemos", diz a diretora-geral da OMS, Margaret Chan.

Ao falar em um encontro de especialistas em doenças infecciosas realizado nesta semana na Dinamarca, Chan alertou para o desafio que esta nova realidade representa, especialmente para os países em desenvolvimento, que são os principais afetados por essas enfermidades.


"Muitos países estão incapacitados pela falta de infra-estrutura, incluindo laboratórios, diagnósticos, confirmação de qualidade, capacidade de regulação, monitoramento e controle sobre a obtenção e a utilização de antibióticos", diz Chan.


"Por exemplo, comprimidos contra malária são vendidos individualmente em mercados locais. Também há abundância de antibióticos falsos ou de baixa qualidade", afirma.


Uso excessivo



As declarações da diretora da OMS foram feitas em um momento em que diversos grupos americanos de especialistas em doenças infecciosas publicaram um relatório no qual pedem que autoridades de saúde e políticos em todo o mundo aumentem os esforços para melhorar o uso dos antibióticos existentes e promover a investigação de novos medicamentos.


Especialistas afirmam que a atual resistência das bactérias a antibióticos é causada principalmente pelo mau uso desses remédios e que, muitas vezes, são os próprios médicos que receitam os medicamentos excessivamente.


Segundo os autores do estudo, entre as medidas para evitar a resistência está o estabelecimento de programas que ajudem os médicos a decidir quando é necessário receitar um antibiótico e qual a melhor opção de tratamento.


Fonte:dentalpress.com.br

segunda-feira, 19 de março de 2012

Roer unhas!Desgaste Dental!Infecções!

A onicofagia é o nome dado ao hábito de roer as unhas. Ele começa quando ainda somos pequenas e pode estar relacionado à busca inconsciente de conforto, à ansiedade, à insegurança, à má adaptação ou a medos diversos.







Roer unhas pode causar infecção na garganta devido a bactérias presentes nas mãos (contaminação por parasitoses), além de inflamação do tecido ao redor da unha, que leva à deformação e dificuldade de crescimento das unhas. Sem contar o prejuízo para os dentes, que ficam gastos.



Fonte:http://astrallove.uol.com.br/moda-beleza/roer-as-unhas-jamais-dicas-para-deixar-as-suas-unhas-crescerem-lindas/

domingo, 18 de março de 2012

Respiração Bucal

A respiração bucal (RB),quando presente na fase de crescimento e desenvolvimento da criança,pode interferir no padrão de crescimento craniofacial,acarretando importantes alterações em diversos órgãos,estruturas e sistemas da região crânio-cérvico.Pode também modificar a morfologia dentofacial e as funções estomatognáticas,além de repercutir negativamente nos aspectos cognitivos e psicossociais.Considerada um desvio no processo fisiológico da respiração,a RB é uma síndrome multfatorial,que necessita,para o êxito de seu tratamento,do diagnóstico precoce,interação e atuação de profissionais especializados,das áreas médica e paramédica,conferindo-lhe,assim,um caráter multidiscilplinar.Médico,pediatra,ortodontista (enfoque na prevenção) e fonoaudiólogo interagindo para que o paciente seja visto como um todo,considerando a etiopatogenia e a complexidade da respiração bucal,bem como seu diagnóstico e tratamento.
A respiração predominantemente bucal é apontada como provável fator etiológico de alterações oclusais e de deformidades esquelético-faciais.
Uma das principais características dos respiradores bucais é a face adenoideana:olhar triste e desatento,dificuldade de concentração com repercussão na aprendizagem,olheiras profundas,lábios hopotônicos e ressecados,alterações posturais cefálico-corporais e orofaciais,boca aberta,entre outras.Além disso,observa-se com freqüência:atresia maxilar,arco maxilar e formato de "V" ,dentes protrusos e acentuação do crescimento facila vertical,o que pode ser considerado um fator agravante em pacientes genética e estruturalmente dolicocefálicos.Apresentam características faciais  da síndrome da face longa.





                               A face deve ser examinada como um todo.



Fonte:http://www.aipro.info/drive/File/195.pdf
Foto: Google