quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Holandesa volta a falar depois de receber mandíbula artificial

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DE SÃO PAULO


Uma holandesa, que sofria de uma séria infecção na mandíbula, voltou a falar depois de ter recebido com êxito um implante fabricado graças a uma nova tecnologia 3D.

O aparelho, exibido nesta quinta-feira à imprensa na Universidade Biomédica Hasselt, em Diepenbeek (Bélgica), é colocado sob a estrutura dentária e pesa pouco, cerca de 107 gramas.

Com preço estimado em aproximadamente R$ 20.500, a prótese é resultado do trabalho de um grupo de pesquisa belga-holandês.


Yorick Jansens/France Presse
A mandíbula artificial usada na recuperação da fala de uma holandesa; aparelho pesa somente 107 gramas
A mandíbula artificial usada na recuperação da fala de uma holandesa;
 aparelho pesa somente 107 gramas



Yorick Jansens/France Presse
A médica Ingeborg van Kroonenburgh exibe a mandíbula artificial durante entrevista à imprensa na Bélgica
A médica Ingeborg van Kroonenburgh exibe a mandíbula
artificial durante entrevista à imprensa na Bélgica
   
Fonte:folha.com

PRINCIPIOS QUE GERAM O SUCESSO PROFISSIONAL

Bioprogressiva, ortodontia com excelentes resultados .Parte da equipe,Centro de Estudos de Ricketts

A ortodontia ocupou um espaço importante dentro da Odontologia e atingiu um público muito grande nos últimos anos.
 
 
Auro Seyti Kimura.
  “A melhor idade, em geral, para o paciente realizar um tratamento ortodôntico é na fase da dentadura mista, quando estão presentes dentes permanentes e dentes decíduos, pois nestes casos, ainda há o crescimento da face. No entanto, o tratamento pode ser feito em qualquer idade. É um erro pensar que temos que ter todos os dentes permanentes para se realizar o tratamento”, explica Auro Seyti Kimura, mestre em Ortodontia pela Universidade Cidade de São Paulo e especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Escola e Aperfeiçoamento Profissional (EAP) da Associação Odontológica de Ribeirão Preto (AORP) e professor dos Cursos de Especialização da AORP e ABO-Porto Velho (Rondônia).

A ortodontia ocupou um espaço importante dentro da Odontologia e atingiu um público muito grande nos últimos anos. Hoje, pessoas de todas as idades podem fazer tratamento ortodôntico com bons resultados. Com 26 anos de atuação, o especialista diz que para se obter um resultado satisfatório é necessário conhecimento e habilidade  do profissional, colaboração  do paciente e a utilização de uma boa técnica de tratamento que seja eficiente e planejada.

 Bioprogressiva

A Terapia Bioprogressiva é uma técnica de tratamento ortodôntico. “Nada tem a ver com as técnicas tradicionais que utilizam apenas um único arco que vai de um lado a outro da arcada, alterando o posicionamento de todos os dentes. Neste processo, dentes que estavam no lugar certo acabam sendo alterados pela força do arco contínuo e não raro, o tratamento precisa ser refeito, pois estes dentes acabam voltando para o lugar de origem”, explica o mestre.

Ele diz que na Terapia Bioprogressiva,  o aparelho é colocado de forma progressiva e seccionada, com pequenos arcos separados, agindo apenas nos dentes mal posicionados. “Sempre há dentes ou grupo de dentes que estão corretos. Com o tratamento em setores, apenas o dentes mal posicionado sofrerá mudança. O tratamento em setores aumenta as possibilidades de tratamento, evitando extrações desnecessárias. Como no arco seccionado apenas alguns dentes são trabalhados, a força é menor e a dor também”.

Segundo o especialista, outra vantagem da Bioprogressiva é que é possível prever como irá ficar o  final do tratamento, mesmo que o paciente apresente crescimento. Você fica sabendo como vai ficar seu tratamento, mesmo antes de começar. É a única que faz este tipo de previsão de crescimento.

Similar

“O tratamento Bioprogressivo não custa mais que as outras técnicas ortodônticas. Se considerarmos os benefícios que ela traz, é a que tem o menor custo entre todas as técnicas”, diz Auro Seyti Kimura. Em outras palavras, segundo o ortodontista, é a que tem a melhor relação entre custo-benefício. “Você tem mais estabilidade, mais conforto durante o tratamento, menor índice de extrações, menos efeitos colaterais, melhor estética e uma melhor individualização do caso”.



Fonte: http://www.sucessolondrina.com.br/

Terapia Bioprogressiva

 

 

 

Terapia Bioprogressiva foi criada por Ricketts em 1962, considerada mais que uma técnica é uma filosofia embasada em princípios que se tornaram verdades a luz   da ciência. Com uma analise cefalometrica baseada no estudo completo de milhares   de casos, cercado por uma equipe de pesquisadores e estatísticos, permite que o   paciente seja avaliado e controlado ao longo de todo o tratamento: função respiratória, relação côndilo-fossa, e estado nutricional de seu corpo –SUPERVISÃO TOTAL.



Princípios da Bioprogressiva
  • Uso de um sistema para diagnóstico e tratamento pela aplicação do Objetivo Visual de Tratamento (VTO), planificação do tratamento, avaliação de ancoragem e resultado
O Terapeuta bioprogressivo começa tendo o resultado final em mente.
  • Controle de torque durante todo o tratamento. Trabalhando com fio Elgiloy Azul.016” x .016”e braquetes com slot.018” x .030”, a Bioprogressiva mantém os dentes dentro do osso trabeculado para facilitar a movimentação e não forçar a ancoragem, e coloca as raízes nas proximidades do osso cortical quando deseja ancora-los.
  • Ancoragem muscular e do osso cortical. Certos tipos faciais são possuidores de uma musculatura potente, e dentes profundamente implantados nos alvéolos, tendo assim uma boa ancoragem natural, o que permite o uso de AEO cervical ou elástico de classe II sem extrusão dos molares superiores e inferiores respectivamente.
A ancoragem do osso cortical consiste em colocar os dentes nas proximidades desse osso que é muito denso e pouco vascularizado, sob ação de força pesada (2g/mm2 de raiz), que vai inibir o já limitado suprimento sangüíneo da área, ocorrendo o bloqueio da ação celular, fenômeno chamado de hialinização, dificultando a movimentação dos dentes.
  • Movimento de qualquer dente em qualquer direção com a aplicação da pressão adequada.
A Terapia Bioprogressiva recomenda 100g de força por cm2 de superfície frontal de raiz ao osso alveolar como o ideal para movimentação dos dentes:
Retração do canino. Necessitamos de 80g de força.
Retração dos incisivos superiores – 180g de força.
Retração dos 4 incisivos inferiores – 100g de força.
Intrusão dos incisivos inferiores – 80g de força.
Intrusão dos incisivos superiores – 140g de força.
Intrusão do molar superior – 80g de força.
Intrusão do canino inferior – 35g de força.  
Para movimentação através do osso cortical – 0,5g/mm2.
  • Alteração ortopédica.
Os aparelhos usados são:
AEO cervical e combinado, quadri-hélice e disjuntor palatal.
O AEO usado quando se deseja uma redução ortopédica e expansão moderada na maxila, para isso uma força pesada (450g) é aplicada abaixo do centro de resistência da maxila, de modo intermitente.
  • Tratar a sobremordida antes da sobressaliência. Principalmente na classe II, div.1 devemos tratar o trespasse vertical antes do horizontal para evitar traumas entre incisivos superiores e inferiores, destravando a maloclusão e permitindo a redução ortopédica da estrutura dento-maxilar como um todo.
  • Terapia com arcos seccionados:
  • Permite que a força seja dirigida a cada dente individualmente.
  • Permite que os caninos sejam retraídos num movimento mais livre, sem atrito ao longo de um arco.
  • Estabilização dos molares no inicio do tratamento.
  • A força do elástico de CLII é menor quando aplicada ao arco seccionado superior, em comparação ao arco continuo superior, produzindo menos tensão sobre a ancoragem de apoio.
  • Conceito de sobretratamento. Precisamos anular as forças musculares contra a superfície dos dentes.
Devemos superar a recidiva ortopédica nos tratamentos das classes II e III.
9.   Desbloqueio da maloclusão numa seqüência progressiva de passos para restabelecer e restaurar a função normal.
10.  Eficiência no tratamento com resultados de qualidade utilizando o conceito de dispositivos pré – fabricados.
A energia e o tempo do profissional devem ser voltados para o diagnóstico, planejamento e motivação do paciente
  


Fonte: http://www.centrodeestudosdericketts.com.br/

sábado, 28 de janeiro de 2012

O diabete no dentista

Esse profissional tem um papel cada vez mais relevante na identificação da doença. Ele pode suspeitar da existência do problema por meio de um simples exame rotineiro


 por Caroline Randmer • design Cinthia Suenaga e Laura Salaberry • fotos Gus








Muita gente carrega mais açúcar no sangue do que deveria e nem desconfia disso. Essas pessoas também nem imaginam que uma visita ao dentista contribui para flagrar o diabete. A fim de provar que a cavidade bucal pode delatar o problema, a Columbia University College of Dental Medicine, nos Estados Unidos, examinou 601 indivíduos com 30 anos de idade ou mais e que ainda não haviam sido diagnosticados com a doença. Ao iniciarem o estudo, os pesquisadores traçaram uma meta: encontrar as principais pistas capazes de denunciar que a glicose estava nas alturas.

Depois de cruzar os resultados das consultas de cada um dos participantes e dos exames de hemoglobina glicada, que nos dá a média de açúcar na circulação dos últimos 90 dias, os cientistas descobriram que, para aqueles que relataram ter pelo menos um fator de risco para o diabete — como o sobrepeso —, a falta de dentes e as inflamações crônicas da gengiva eram um indício do mal. "Conseguimos identificar níveis elevados de glicose em 36% dos voluntários", conta a dentista Evanthia Lalla, uma das autoras da pesquisa. Dito de outro jeito, uma visita a esse especialista ajuda a descortinar uma enfermidade que, na maioria das vezes, se desenvolve sorrateiramente, abalando a saúde do corpo inteiro.

O sobe e sobe da glicose

Quem é diabético lida constantemente com a baixa imunidade, já que a atuação das células de defesa fica comprometida por causa da hiperglicemia — quando a corrente sanguínea se torna, por assim dizer, mais adocicada do que o ideal. E os dentes não são exceção à regra. "As infecções progridem mais rápido e provocam um estrago ainda maior", explica Elaine Escobar, coordenadora do curso de odontologia do Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo.

Para essas pessoas, se a higiene oral não for mais cuidadosa do que a de praxe, tende a surgir um acúmulo da placa bacteriana, o popular tártaro, que vai originar a gengivite — caracterizada por sangramento e inchaço. "E, se não for tratado, esse quadro costuma evoluir para a periodontite, que danifica as estruturas de suporte ao redor do dente, chegando a resultar em queda", explica Evanthia.

Quando as portas se abrem para as bactérias, é bem difícil fechá-las. "Por causa da menor eficiência das células defensoras, o processo de reparação das doenças gengivais é mais lento e demanda um maior zelo", alerta Elaine. A hiperglicemia, além de favorecer a entrada de micróbios estranhos, interfere na locomoção dos nossos soldados internos e na síntese de colágeno, proteína encarregada de cicatrizar a gengiva inflamada.

"Tudo isso também está relacionado à diminuição da qualidade e da quantidade de saliva", diz Alexandre Fraige, diretor do Departamento de Odontologia da Associação Nacional de Assistência ao Diabético. Nos portadores de diabete, esse detergente natural não atua como esperado (veja o infográfico na página seguinte).

Debelar infecções na boca também é uma forma de frear o mal do sangue doce. "A periodontite, por exemplo, exacerba a resistência à insulina", esclarece o endocrinologista Carlos Eduardo Couri, autor do livro O Futuro do Diabete (Editora Abril). Aí, nesse caso, esse hormônio não consegue desempenhar sua função primordial, que é botar o açúcar para dentro das células. "Podemos dizer, assim, que a situação é uma via de mão dupla. O diabete dificulta o tratamento das doenças periodontais e elas agravam ainda mais o diabete", complementa o odontologista Walter Bretz, professor da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos.

Mas, mesmo quando a infecção está em um nível avançado, é possível restabelecer a saúde oral e assumir as rédeas da doença. O acompanhamento odontológico, juntamente com uma alimentação adequada, vai, aos poucos, regulando a glicemia. "Todo endocrinologista deve orientar o diabético a ir ao dentista", diz Couri. Aí, as visitas à cadeira desse especialista passam a ser trimestrais. "Quando os profissionais conversam, o tratamento fica mais fácil." Agora só resta uma pergunta: já fez seu checkup odontológico?

Sinais na boca de um sangue doce demais

> Boca seca
> Aftas
> Úlceras
> Fissuras na língua
> Mau hálito
> Dores na língua e na mucosa
> Lesões herpéticas
> Cáries
> Comprometimento
> do esmalte
> dentário

Como o açúcar do sangue prejudica o sorriso


Não basta evitar guloseimas. A doçura da circulação também traz ameaças







1. A saliva em pessoas com os níveis de açúcar normais é espessa, criando uma camada de proteção eficaz.

2. Já nos diabéticos, ela é mais escassa, tem menos fatores de proteção e carrega glicose, que vai ser digerida pela bactéria, favorecendo a cárie.

3. Ao ser atacado pelas bactérias, o corpo recruta células de defesa. Nos diabéticos, porém, elas até chegam ao campo de batalha, mas sem energia, já que a insulina não as supre com açúcar. Daí, o fígado passa a usar as reservas de glicogênio, liberando mais e mais glicose. Esse é um dos motivos pelos quais as infecções orais aumentam a glicemia no organismo.


Testes para checar a doçura no sangue


Glicemia

É a famosa picada no dedo. Dosa o nível de glicose circulante no corpo naquele momento. É importante lembrar que o resultado de uma pessoa medicada ou em jejum pode apresentar alterações.

Hemoglobina glicada

Conhecido por ser o melhor método de controle glicêmico, reflete a média de açúcar no sangue dos últimos 60 a 90 dias. Por esse motivo, não registra variações bruscas. O resultado sai em até 48 horas.

Tolerância à glicose

São coletadas duas amostras de sangue e, no intervalo entre elas, a pessoa ingere uma solução açucarada. O laboratório compara a taxa de glicose de ambas para revelar a resistência à insulina de cada indivíduo.


Fonte: Saúde É Vital! Out/11

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Dê um cala-boca no câncer oral

 

Álcool, fumo e sexo sem proteção fazem esse mal, bem comum, se alastrar. Mas há como criar barreiras protetoras


 



Fonte: Revista Saúde É Vital! JAN 2012
Estatísticas mundiais mostram que a incidência de câncer na boca tem crescido no planeta, principalmente entre adultos jovens. O grande responsável pelo aumento entre essa turma é o vírus HPV. A explicação, segundo o Instituto Nacional de Câncer, o Inca, teria a ver com os hábitos sexuais. Os outros dois vilões são o álcool e o cigarro — quando essa dupla maligna atua em conjunto, o risco de o problema dar as caras é 30 vezes maior. A boa notícia é que o diagnóstico precoce da doença eleva as chances de cura. Para isso, devem entrar em cena dentistas e médicos.

Esse foi um dos objetivos de um projeto realizado no Ceará e finalista na categoria Políticas Públicas do Prêmio SAÚDE 2011. "Criamos o programa porque estávamos cansados de receber pacientes com a doença avançada a ponto de não ser possível operar", explica Fabricio Bitu, professor da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Ceará e coordenador da força-tarefa idealizada para conter o avanço da doença no estado. "Esses tumores são comuns em pessoas de baixa instrução e renda, com dificuldade de acesso aos serviços de saúde", continua o dentista.

A solução foi criar uma rede de diagnóstico e rastreamento que, desde 2006, reúne especialistas também da Universidade de Fortaleza, da Secretaria Estadual de Saúde, do Conselho Regional de Odontologia e da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza — e já atendeu mais de 20 mil pessoas.

A equipe é formada por dentistas de especialidades como patologia, cirurgia, epidemiologia, além de cirurgiões médicos e estudantes. Os profissionais identificam as áreas cearenses mais impactadas pela doença, levam aos moradores dessas regiões informações sobre os fatores que provocam o mal, ensinam medidas de prevenção e realizam exames detalhados. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para as grandes cidades, em especial Fortaleza.

O time cearense tem foco ainda no treinamento de dentistas da rede básica de saúde. Afinal, visitas regulares ao consultório desses profissionais não devem servir apenas para verificar o estado dos dentes, mas para procurar sinais que denunciem a presença de tumores. Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, menor será a área retirada pela intervenção cirúrgica indicada para esse tipo de neoplasia. Daí que iniciar logo o tratamento diminui as complicações que a doença costuma provocar na fala, deglutição e respiração.

Informar para prevenir
Uma dieta equilibrada é arma essencial nessa luta, lembra Luiz Paulo Kowalski, cirurgião oncológico do Hospital A.C. Camargo, na capital paulista. "O consumo de frutas e verduras protege contra o câncer", diz o médico. "Por outro lado, pessoas que comem churrasco ou carne grelhada mais de quatro vezes por semana têm maior risco de desenvolver a doença." A justificativa está na fumaça, cujos agentes cancerígenos ficam impregnados na carne. Não é o caso de limar da agenda o famoso churrasquinho com os amigos — o segredo está no equilíbrio. Outro fator que conta, e muito, para fechar as portas aos agressores é não se descuidar da higiene. Escova e fio dental, já se sabe, precisam entrar em ação pelo menos três vezes ao dia. "Mas é preciso evitar o uso indiscriminado de enxaguatórios bucais com álcool na fórmula. Eles podem disparar o problema", alerta Kowalski.

O exame clínico ainda é a melhor forma de flagrar alterações que podem ser sinal de perigo, mas pesquisadores buscam na tecnologia um apoio para a tarefa. Na Universidade de São Paulo, por exemplo, está em teste há um ano um aparelho chamado Velscope (Visually Enhanced Lesion Scope). "Ele é um coadjuvante no diagnóstico", apressa-se a dizer Celso Augusto Lemos Júnior, que supervisiona o trabalho e é presidente da Sociedade Brasileira de Estomatologia. "Os feixes luminosos emitidos pelo equipamento ajudam na avaliação e são eficientes na demarcação da área onde a biópsia deve ser feita."

O mais importante da pesquisa, na opinião de Celso Lemos, é jogar luz sobre o assunto para reforçar a prevenção: apagar o cigarro de vez, diminuir o consumo de álcool e usar protetor labial, evitando os estragos da ação do sol. Já para vencer um dos protagonistas dessa história, o HPV, não tem acordo: sexo oral, só com camisinha. Até porque a vacina contra esse vírus, recomendada há algum tempo para garotas a partir de 9 anos, só recentemente foi aprovada também para meninos. Ou seja, serão necessários anos até que os primeiros resultados apareçam. E não é nada esperto se expor ao inimigo quando se sabe a estratégia para fazê-lo recuar.


Sinais de alerta

É fundamental procurar o dentista ou o médico quando alguns sintomas persistem por mais de duas semanas. Os mais comuns são lesões e feridas que não cicatrizam, manchas esbranquiçadas ou avermelhadas na gengiva e na língua e carocinhos nas bochechas. Atente também para a dificuldade para mastigar e engolir.

O mapa da doença
Dados do Globocan 2008, levantamento da Organização Mundial da Saúde, apontam cerca de 275 mil novos casos de câncer oral no mundo por ano. Ao lado, em vermelho, as regiões do planeta em que há maior incidência da doença

Que áreas da cavidade oral podem ser afetadas?

Os tumores são mais frequentes na língua, no assoalho (embaixo da língua) e no palato, o céu da boca. Mas eles ocorrem também nos lábios, na mucosa, na gengiva e nas amígdalas.

Sorriso bonito contra o mal
Traumas crônicos, provocados por dentes fraturados e próteses mal adaptadas, aumentam o risco de tumores. E estudos mostram que as bactérias envolvidas na doença periodontal, que ataca a gengiva, facilitam a ação de substâncias cancerígenas. Portanto, a boa escovação também previne esse câncer.

Números da doença


• No Ceará, de 5 a 10 novos casos são diagnosticados por semana

• Esse tipo de câncer é o 4º mais frequente na Região Nordeste (6/100 mil)

• O fumo é responsável por cerca de 42% de mortes pela doença

• Segundo estimativas do Inca, o Brasil terá 14 170 casos da doença em 2012, sendo 9 990 em homens e 4 180 em mulheres

• A combinação de álcool e cigarro aumenta em 30 vezes o risco de desenvolver a doença

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS NA PREVENÇÃO DA CÁRIE












           Estudos conduzido por CD ao longo de 35 anos investe na manutenção equilibrada da flora bacteriana presente na boca,sem o uso de produtos químicos,para erradicar a lesão de cárie.



Deve se investir no equilíbrio biológico da boca,sem prejuízo à qualidade de vida do ser humano,sem que ele prive de comer os alimentos que gosta.
Na época dos homens primitivos,apesar de todos os elementos necessários para desenvolver a cárie existirem,havia um condição de desequilíbrio e reequilíbrio,representados pelo fenômeno  da desmineralização e remineralização,mediadas pela saliva,que mantinha a estrutura do esmalte dentário intacta e o equilíbrio da cavidade bucal.
A melhor maneira de evitar esse desequilíbrio e,por consequência,a cárie ,é a remoção periódica da placa bacteriana,desde a infância,no consultório,que pode proporcionar o reequilíbrio da biodiversidade antes que ela produza ácidos em quantidade e frequencia suficientes para lesionar o esmalte dentário.Uma profilaxia mensal ajuda a conquistar um resultado de quase 100%  de sucesso na prevenção da cárie.sem intervenção química,mesmo que a escovação em casa seja vulnerável.



Fonte: JABO nov./dez 2011