quinta-feira, 21 de março de 2013

Clareamento dos dentes - Dra. Trygvy Subtil

 
 
 
 
 

Outro caso!

 
Incisivos centrais retroinclinados e extruídos.Primeiramente usei arco base superior nos dentes 11 e 21 com vestibularização,controle de torque e intrusão.Após conseguir esses  efeitos,inclui os 12e22 em um novo arco base  e continuei com os movimentos.Indo para finalização do caso.
 
 
 
 





sexta-feira, 8 de março de 2013

Realizado com toda minha paixão!











Faz dois anos que trato a paciente.Estamos finalizando o caso,faltam pequenos encaixes para uma oclusão perfeita!Morro de orgulho!Plena de felicidade!Assim que terminar posto as fotos aqui!Não me contive esperar o final para postar!Esta lindo demais!Classe I de molares e caninos.Arco em Z.Bioprogressiva de Ricketts!















sábado, 9 de fevereiro de 2013

Fio dental e escovação, o segredo de uma boca saudável! :)

 
 
 
 

Pesquisadores lançam gel dental com flúor adequado às crianças



Do UOL
Em São Paulo       
 
 
 
Crianças não podem usar cremes dentais de adultos por causa do excesso de flúor que pode ser engolido e gerar manchas nos dentes, a fluorose dentária
 
Crianças não podem usar cremes dentais de adultos por causa do excesso de flúor que pode ser engolido e gerar manchas nos dentes, a fluorose dentária
 
 
 
Os dentistas enfrentam um dilema para recomendar um gel dental com a concentração ideal de flúor para crianças entre 11 meses e 7 anos – quando o esmalte dos dentes está em formação.


Isso porque os produtos convencionais possuem uma concentração de mil a 1,1 mil partes por milhão (ppm) de flúor que, se ingerido em excesso por crianças dessa faixa etária, pode causar um problema caracterizado por pequenas manchas esbranquiçadas – e até mesmo amarronzadas – nos dentes: a fluorose dentária.


Já os géis dentais sem ou com 500 a 750 ppp de flúor em suas formulações – que justamente poderiam evitar esse problema –, não são tão eficientes contra as cáries.


"As crianças pequenas, ao escovarem os dentes com um gel convencional, engolem uma grande quantidade do flúor presente na composição do produto, o que pode causar a fluorose dentária", explicou o cirurgião dentista Fabiano Vieira Vilhena. "Por outro lado, elas não devem usar um gel dental com baixa concentração de flúor porque correm o risco de desenvolver cáries", disse à Àgência Fapesp.


Na tentativa de encontrar uma solução para atacar esses dois problemas, Vilhena começou a desenvolver um gel dental acidulado com a composição de flúor mais adequada para crianças e com maior proteção contra cáries.


Após passar por testes clínicos e aprimoramentos ao longo de mais de cinco anos, o produto será lançado durante o 1º Congresso Interdisciplinar da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas (APCD), que ocorre entre esta quinta-feira (31) e 3 de fevereiro, em São Paulo.


"Encontramos a fórmula perfeita para maximizar o efeito anticárie e, ao mesmo tempo, minimizar os riscos da ingestão de flúor pelas crianças", contou Vilhena.


pH reduzido


Desenvolvido em conjunto com a professora Marília Afonso Rabelo Buzalaf, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP), o produto tem 550 ppm de flúor em sua composição.


A principal diferença dele em relação aos géis dentais com baixa concentração do composto encontrados no mercado, no entanto, está no índice de acidez (pH).


Enquanto os géis dentais com baixa concentração de flúor convencionais têm pH neutro – em torno de 7 –, o novo produto tem pH reduzido, de 4,5. Uma diferença que, segundo Vilhena, é a responsável pelo produto conferir maior proteção contra as cáries dentárias, com menor quantidade de flúor.


"Muitos estudos já haviam comprovado que uma formulação de 550 ppm de flúor em pH neutro tem efeito cariogênico [anticárie] limitado. Porém, até então não tinham sido realizados estudos com a mesma formulação em pH reduzido, de até 4,5, por exemplo, que é o máximo permitido para géis dentais", explicou.


O pH reduzido do gel dental promove uma reação química instantânea na boca na qual o esmalte do dente libera na saliva um composto fixado nele, chamado hidróxiapatita, formado por cálcio e fosfato. Com isso, o esmalte dos dentes fica mais fraco por alguns segundos.


O flúor presente no dentifrício, contudo, sequestra rapidamente esses dois minerais da saliva e se gruda juntamente com eles no esmalte dos dentes, onde formam um novo composto, chamado hidróxiapatita fluoretada.


"O composto, formado por cálcio, fosfato e flúor, é muito mais resistente contra o ataque ácido das bactérias causadoras de cáries", avaliou Vilhena.


Comprovação clínica


Para testar e comprovar a eficácia da fórmula do produto, Vilhena realizou no período de 2006 a 2008 um estudo clínico com a participação inicial de mais de mil crianças de 4 anos ou mais em São José dos Campos, no interior de São Paulo, onde a concentração de flúor na água que abastece o município situa-se entre 0,6 a 0,8 ppm.


Publicados em 2009 e 2010 na revista Caries Research, os resultados do estudo demonstraram que a fórmula do produto tem efeito anticárie similar a de um gel dental convencional, com concentração de 1,1 mil ppm de flúor.


Além disso, o estudo clínico também indicou que o produto é capaz de remineralizar mais lesões com manchas brancas nos dentes – que sinalizam um processo inicial de formação de cárie – do que um gel dental convencional.


As constatações animadoras dos testes clínicos fizeram Vilhena continuar a pesquisar o gel dental por meio da empresa Oralls, instalada atualmente no Parque Tecnológico de São José dos Campos, no interior de São Paulo.


Em 2009, a empresa obteve apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), da FAPESP, para realizar novos estudos de eficácia do gel dental com crianças entre 2 e 4 anos em Bauru, onde a concentração de flúor na água é equivalente a de São José dos Campos, e João Pessoa (PB), onde há menos de 0,2 ppm de flúor disponível na água.


A pesquisa revelou que as crianças que escovaram os dentes com o novo produto por seis meses apresentaram três vezes mais flúor nos reservatórios bucais (como a bochecha e os dentes) do que as que usaram creme dental convencional durante o mesmo período. E que o flúor presente no biofilme dentário do primeiro grupo de crianças é capaz de regular o desenvolvimento bacteriano.


"Quando um processo de cárie começa a se instalar, o flúor disponível nos reservatórios da boca é liberado para tentar conter o avanço do ataque das bactérias", explica Vilhena. "Os testes clínicos demonstraram que o gel dental acidulado com pH reduzido foi capaz de disponibilizar mais flúor nos reservatórios bucais para regredir as cáries do que um creme dental convencional", comparou.


Segundo Vilhena, o gel dental acidulado é mais indicado para crianças na faixa etária de 11 meses até 9 anos, para que obtenham os benefícios de prevenção contra cáries e fluorose. Mas também pode ser usada por pessoas de todas as idades.


O produto será comercializado pela empresa Oralls em supermercados e drogarias do país com o nome "Novo gel dental do Escovinha sabor bubble gum".


Os artigos Low-fluoride acidic dentifrice: a randomized clinical trial in a fluoridated area (doi:10.1159/000320364) e The effect of different fluoride concentrations and pH of dentifrices on plaque and nail fluoride levels in young children (doi:10.1159/000211717), de Vilhena e outros, podem ser lido por assinantes da Caries Research em http://content.karger.com/ProdukteDB/produkte.asp?typ=pdf&doi=320364 e http://content.karger.com/ProdukteDB/produkte.asp?typ=pdf&doi=211717.


(Com Agência Fapesp)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Dentista leva cachorro ao consultório para acalmar crianças

   
 
 



Para muitas crianças (e gente bem crescidinha também), sentar na cadeira do dentista não é dos melhores momentos. Para ajudar os pequenos a aguentarem os momentos de motorzinhos e ferramentas odontológicas, o dentista norte-americano Paul Weiss trouxe de casa uma solução: Brooke, sua cachorra, que vai ao seu consultório todas as quintas-feiras.


A foto acima foi publicada no site de compartilhamento de imagens Reddit e se tornou um viral por lá. Depois, o portal de notícias MSN descobriu quem era o dentista que levava seu animal de estimação para deixar as crianças mais confortáveis.

Às quintas, todas as crianças que têm medo de dentista podem entrar na sala acompanhadas de Brooke. “A sensação de termos uma criança nervosa no consultório e transformá-la em alguém confortável é incrível”, disse o doutor Weiss ao Huffington Post.


A presença do animal não traz nenhum risco à saúde das crianças: em suas visitas, Brooke recebe um avental igual ao dos médicos e a sala é limpa constantemente.


Fonte:http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/2012/12/12/dentista-leva-cachorro-ao-consultorio-para-acalmar-criancas/

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Orgulho dos meus mestres!

 

 

Terapia Bioprogressiva de Ricketts




Dr. Robert M Ricketts

Neste final de novembro tive uma grande oportunidade de estar ao lado de profissionais abnegados e apaixonados pela a ortodontia: Dr. Clóvis Teixeira e o Dr. Paulo Thomé Vasconcelos, coordenadores da especialização em ortodontia da APCD, Vila Mariana - São Paulo-SP.
 






Seguidores e apaixonados pela Terapia Bioprogressiva de Ricketts me contagiaram com a forma séria e responsável que desenvolvem a docência na instituição e no Centro de Estudos de Ricketts. Exploramos os fundamentos ao longo de sete dias, ladeados por um grupo compromissado composto por ortodontistas de vários estados, a saber: Dra. Liege Gibbon (RS), Dra. Ana Priscila Belmudes (SP), Dra. Marina Ferreira (MG), Dra. Flávia Cardeal (SP), Dra. Viviane Cavalcanti (PI) e Dra. Luciana
Rodrigues (SP)










 
 
Da esquerda para a direita: Dr. Clóvis Teixeira, Dra. Liege Gibbon (RS), Dra. Flávia Cardeal (SP), Dra. Ana Priscila Belmudes (SP), Dra. Viviane Cavalcanti (PI), Dra. Marina Ferreira (MG) e Dr. Paulo Thomé Vasconcelos.




Não estranharia se alguém me perguntasse o que eu fui fazer em um lugar que todos advogam a favor de uma técnica tão antiga. Ou não seríamos mais da "Ortodontia Contemporânea"?
 
 
 
Também não é nada difícil responder a esta pergunta, com outra: O que há de mais contemporâneo que a excelência dos resultados finais?


 
Ao longo desses quase 5 anos postando artigos com novidades neste blog, poucos faziam referência à Terapia Bioprogressiva. O que me leva a pedir desculpas aos colegas súditos de Ricketts. Mas, de fato, pouco se encontra na literatura moderna sobre inovações da técnica. E quando isso acontece, parece descaracterizar os trabalhos originais do Dr. Robert Murray Ricketts e causar um desconforto nos seus seguidores.
 
 
 
 


No entanto, alguns mitos puderam ser derrubados nesta semana, como o que diz que a técnica requer muito treinamento para dobras de alças. Dezenhas de casos tratados foram vistos e poucas alças foram necessárias para suas conclusões.

 


Outro seria que alguns arcos bases parecem ser mais difíceis de dobrar e fazem pensar na sua inviabilidade na clínica diária. Embora não se afaste da verdade, é preciso lembrar que são utilizados por muitos meses e suas reativações requerem apenas alguns segundos. De modo que o tempo de cadeira reduzido, tão propagado como vantagem de outras técnicas, pode ser também um grande benefício da Bioprogressiva. A facilidade de pôr os arcos pode ser evidenciada com a imagem da minha filha de 3 anos tratando o modelo com um arco base de controle de torque. Sem nenhum alicate especial.

Muitos dos conceitos de Ricketts estão agrupados e organizados no livro desta equipe, editoriado pela Tota.




 

 
 
 
 
 
 
De modo que fiquei muito satisfeito em ter passado estes dias com pessoas tão apaixonadas pelo que fazem e, com tanta naturalidade, demonstram isso nas atividades e nos seus olhos. Finalizamos a semana com a certeza que mais uma marca se fez na minha vida profissional e que fiz grandes amigos. Obrigado ao Professor Clóvis pelos momentos de aprendizado e descontração e ao Professor Paulo Thomé por sua atenção e dedicação. Estaremos sempre próximos, pois estamos na mesma estrada e caminhamos para a mesma direção! Um forte abraço!
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
Fonte:http://www.ortodontiacontemporanea.com/2012/12/terapia-bioprogressiva-de-ricketts.html




 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Enquanto isso, no CFO…

 
 
 



POR Fábio Bibancos

  
Responda-me de supetão: quando foi a última vez que você viu alguma notícia sobre o Conselho Federal de Odontologia (CFO)?! Vou simplificar, um pouco: quando foi a última vez que você viu um porta-voz do CFO comentando alguma notícia, mesmo que o assunto não fosse o próprio conselho?

Outra pergunta: quando foi a última vez que você viu a sigla OAB sendo citada pela mídia?!

É um massacre… Todos os assuntos de interesse nacional têm na Ordem dos Advogados do Brasil uma fonte certa. E a Ordem, por sua vez, se coloca como um organismo preocupado com tais questões. Vira e mexe aparece uma nota sobre algo que, de modo geral, não tem absolutamente nada a ver com o fazer profissional do advogado.

Já o Conselho de Odontologia…

Talvez isso seja resultado de nossa postura, enquanto classe. Somos desunidos, não reivindicamos os nossos direitos e nem nossa importância social. Ficamos fechados em nossos consultórios e esquecemos que nosso fazer profissional transcende a cadeira do dentista… esquecemos também de nossa função enquanto agentes políticos e formadores de opinião (afinal, uma consulta é quase uma mídia: o dentista fala e o paciente, de boca aberta, escuta).

Reflexo disso é a apatia que domina nossos conselhos regionais. Uma morosidade que ninguém no mundo explica. E que mesmo os opositores não conseguem mudar… O conselho está ensimesmado, fechado, hermético… e tudo o que acontece fora pouco interessa. E o que acontece dentro… ah, isso é outra história!

Para isso mudar é necessário que tenhamos um conselho atuante, preocupado com os interesses dos dentistas… e com os interesses da nação! Um conselho que se coloque frente à sociedade com a respeitabilidade que a OAB alcançou…

Até lá, tudo seguirá na mesma…

domingo, 25 de novembro de 2012

Saúde Responde: sinto ardência na língua. O que devo fazer?


 
 
 
 
 






Há seis meses sinto ardência na língua. Tenho evitado comer alimentos ácidos e muito temperados. Minha dentista indicou vitamina B12 e saliva artificial. Também faço bochechos com leite de magnésia. O que mais posso fazer?
João Campagna

São Paulo, SP


Segundo a gastroenterologista da UFMG Maria do Carmo Passos, a síndrome de ardência bucal é classicamente descrita como uma doença crônica, e sua causa exata ainda não está totalmente esclarecida. Pode estar associada a infecções, boca seca, uso de medicamentos, alergia, deficiências de vitaminas ou causas sistêmicas, como diabetes, distúrbios na tireoide e doenças autoimunes.
"Embora a possibilidade de doenças gástricas deva ser considerada, os estudos mostram que raramente as doenças digestivas são a causa", diz a médica. Um estomatologista pode ser consultado para diagnóstico.

 Fonte: www.folha.com.br